
MYELOMA EURONET A voz dos doentes com mieloma na Europa
Data da última actualização: 06 de Abril de 2010
Quimioterapia
Os fármacos usados na quimioterapia, os chamados quimioterápicos, são substâncias que impedem o crescimento das células cancerosas. Ao contrário de outros tumores malignos que requerem um tratamento imediato, o diagnóstico do mieloma múltiplo não implica forçosamente uma quimioterapia imediata. No entanto, deve iniciar-se uma quimioterapia em todo caso, quando
- surgem sintomas, tal como a diminuição da capacidade do rendimento físico, fadiga, perda de peso ou dores dos ossos,
- se verifica uma diminuição da função renal,
- se constata uma hipercalcemia (elevada taxa de cálcio no sangue), ou quando
- se verifica uma anemia cada vez mais acentuada.
No tratamento do mieloma múltiplo, determinados citostáticos (fármacos usados para impedir o crescimento das células = agentes quimioterápicos ou antineoplásicos), os alquilantes, revelaram-se como particularmente eficientes. Em alguns casos, os alquilantes, tal como o melfalano ou a ciclofosfamida, são receitados em combinação com a cortisona.
Os efeitos secundários mais frequentemente associados à quimioterapia são náuseas e vómitos. Outros efeitos adversos são a anemia, infecções das mucosas, queda de cabelo, lesão do sistema nervo e perda de peso. A maior parte destes efeitos secundários ficam limitados ao tempo que durar a quimioterapia.
O seu médico indicar-lhe-á quais medicamentos entrarão em linha de conta para a sua quimioterapia e como os deverá combinar.

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